
No Jornal da Manhã, de hoje, 30 de julho de 2010, uma declaração atribuída ao fiscal da Fundação Ambiental de Içara, Sr. Múcio Carlos Bratti Júnior, sobre a determinação judicial de demolição dos quiosques na beira-mar:
"Não fomos informados ainda. Não estava nem mesmo sabendo deste processo."
Não saber de um processo que ocorre desde o remoto ano de 1995, na área de sua atuação/desempenho profissional - FISCALIZAÇÃO - e de situações irregulares na sua jurisdição, mostra que a entidade está sendo conduzida ou representada por pessoas incompetentes. Se a lei existe é para ser cumprida e obedecida por todos. Quem burla a lei não é merecedor de confiança, ou de títulos qualificativos de empresário, fiscal, cidadão, etc. Quem pediu a autorização e quem as concedeu para as construções irregulares, deveriam repor sem soluços os recursos financeiros necessários para a recuperação do ambiente, e não os cofres públicos como sempre. Se é que um dia o ambiente poderá ser recuperado...com tantos Gerson's por aí.

Nenhum comentário:
Postar um comentário